A política de segurança cibernética implementada pelo Banco Central foi o primeiro passo para todas as mudanças.

Você já deve ter ouvido que o mundo está cada vez mais conectado, e esse é um fato incontestável. Porém, a velocidade de crescimento dessa conexão, foi muito mais rápida do que a adequação das empresas para lidarem com isso. Afinal, como combater o que é desconhecido?

Agora, centenas de empresas brasileiras estão correndo contra o tempo para garantir que um banco de dados antes físico, esteja protegido no ambiente digital. 

Para as instituições financeiras em geral, a resolução Nº4.658 veio como uma excelente oportunidade de descobrir quais caminhos devem ser seguidos.

 

O que diz a resolução Nº4.658?

A norma de 26 de abril de 2018 estabeleceu uma série de condições para que instituições financeiras protejam dados armazenados em nuvem contra ataques cibernéticos. 

Ela basicamente determina que estas empresas devem manter e implementar uma política de segurança cibernética para assegurar a integridade, confidencialidade e disponibilidade dos dados e dos sistemas de informações utilizados.

Mais segurança para o consumidor

Os pilares dessa política garantem que todas as instituições desse meio não só implementem políticas efetivas como planejem tomada de ação para determinados cenários danosos e como prevenir. 

A manutenção deste sistema garante que sejam evitados problemas gravíssimos como quebra de confidencialidade, perdas financeiras e danos operacionais. 

Rastreabilidade das informações

Com esta resolução, também temos controle sobre como os dados trafegam, criando um caminho seguro para informações sensíveis com registro, análise de causa e de impacto. 

Com a popularização do uso de sistemas de nuvem para armazenamento de dados, as instituições financeiras e outras empresas que lidam diretamente com bancos de dados tem um grande desafio à frente: o de constituir um sistema de segurança que seja capaz de oferecer visão em tempo real para rastreio e solução de possíveis ameaças. 

Qual o caminho a se seguir?

Temos dois principais pontos a abordar. O primeiro são as empresas que devem se adequar o mais rápido possível, porém levando em conta a necessidade de adotar um processo eficaz. 

Na outra ponta, temos o Banco Central. Ele deverá assumir o papel de fiscalizar para garantir que todas as instituições financeiras estão cumprindo com o necessário para assegurar a proteção de dados dos usuários em nuvem. 

Somente desta forma conseguiremos instalar uma política de segurança cibernética que aja em favor de todos os interessados.